Negócios8 fev · 6 min de leitura

Loja própria x marketplace: onde você lucra mais

Mercado Livre, Shopee, iFood, Amazon — os marketplaces vendem muito. Mas cada venda deixa uma comissão pra trás. A loja própria inverte isso. A verdade? Você provavelmente precisa dos dois.

Marketplace: alcance na hora, margem menor

A favor: milhões de pessoas já estão lá procurando. Você aparece rápido, sem precisar trazer o público. Ótimo pra ser descoberto.

Contra: comissão por venda, concorrência colada no seu preço, e — o mais importante — o cliente é do marketplace, não seu. Você não tem o contato pra vender de novo.

Loja própria: margem cheia, marca sua

A favor: sem comissão, você controla preço, frete, promoção e a experiência. O cliente é seu — dá pra chamar de volta, fazer recompra, fidelizar. E a marca é a sua, não a do app.

Contra: você precisa trazer o público (redes, indicação, Google). A loja não vende sozinha no primeiro dia — ela cresce com o seu trabalho de divulgação.

A estratégia que funciona: usar os dois

O erro é escolher um e ignorar o outro. O jogo inteligente:

  • Marketplace como vitrine: te acha quem nunca ouviu falar de você;
  • Loja própria como casa: pra onde você leva o cliente que já confia, com margem cheia;
  • Em cada pedido do marketplace, um convite (cupom, cartão) pra próxima compra ser direto com você.

Com o tempo, o recorrente migra pro seu canal e o marketplace vira só aquisição — o melhor dos dois mundos.

O que a loja própria precisa ter

Catálogo fácil de atualizar, checkout com PIX e cartão, cálculo de frete, controle de estoque e um painel pra você acompanhar. Feita sob medida, ela cresce com o seu catálogo — sem as amarras (e as taxas) de plataforma fechada.

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